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| José Luís Peixoto |
MORRESTE-ME
"Dorme, pequenino, que foste tanto. E espeta-se-me no peito nunca mais te poder ouvir ver tocar. Pai, onde estiveres, dorme agora. Menino. Eras um pouco muito de mim. Descansa, pai. Ficou o teu sorriso no que não esqueço, ficaste todo em mim. Pai. Nunca esquecerei."
JOSÉ LUÍS PEIXOTO
Morreste-me: o relato da morte do pai, o relato do luto, uma homenagem...

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