É a primeira vez que te escrevo. Parece-me que as palavras são tâo pequeninas para dizer tanto do amor que sinto por ti que dói o coração de saudades. Um rosto lindo, um sorriso feliz e já começas a fazer as tuas habilidades. Estás no meu colo e observas tudo o que te rodeia. Olhas o pai com tanta ternura e ainda és tão pequenino! O teu olhar de felicidade e eu não encontro palavras par dizer tanto do amor que sinto por ti. Dói mesmo o coração de saudades
Criei este blogger para que seja um arquivo das minhas memórias, ideias, em momentos especiais.Vivências com o meu filho, os meus netos, a minha mãe...etc. Também gosto de publicar poemas,citações,fotos,vídeos, que me sensibilizam e admiro. Aqui, só cabe as pessoas que mais eu amo e me dão felicidade.Por isso, este AMOR ÚNICO...
domingo, 20 de março de 2011
MANUEL - 24 DE MARÇO DE 2009
Nasceste lindo e calmo. Olhar-te era tranquilizador. Os teus olhos ainda fechados porque não querias ver este mundo. Mas em teu redor o teu irmão Afonso, muito de mansinho tocava-te no teu rosto beijava-te a testa e protegia-te como um homem grande com os seus braços em todo o teu corpinho.
Todos estávamos felizes: a mãe, o pai, o Afonso e eu - a avó Tona.
Tu nasceste lindo e calmo e todos te amamos muito.
Todos estávamos felizes: a mãe, o pai, o Afonso e eu - a avó Tona.
Tu nasceste lindo e calmo e todos te amamos muito.
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ATITUDES - Afonso
quarta-feira, 16 de março de 2011
O TU E O TEMPO
" O tu e o tempo " Por José Sottomayor
É bom ,
óptimo,
explêndido,
percorrer-te,
sentir-te,
ouvir-te
saber de ti,
ter-te,
na fragância
dos dias
restantes,
ainda,
e adiante.
Encontrar
o caminho,
faz,
fez,
caminho.
Encontrar-te,
faz,
fez,
amor
e.
Sinto-te,
quando a face
é roçada pelo vento,
quando o Sol
os olhos me assombra,
quando a minha alma
tem relógio,
e me desperta
na hora do tempo.
Nessa hora do tempo,
desperto deslumbrado,
e acordo acordado,
percebo o rio e o mar,
o sentido claro das águas,
a ironia drástica da realidade,
o colchão de penas
em que durmo,
penas de saudade,
penas de verdade,
e vejo-te,
a ti.
tu,
e o tempo,
no firmamento.
Bj.
É bom ,
óptimo,
explêndido,
percorrer-te,
sentir-te,
ouvir-te
saber de ti,
ter-te,
na fragância
dos dias
restantes,
ainda,
e adiante.
Encontrar
o caminho,
faz,
fez,
caminho.
Encontrar-te,
faz,
fez,
amor
e.
Sinto-te,
quando a face
é roçada pelo vento,
quando o Sol
os olhos me assombra,
quando a minha alma
tem relógio,
e me desperta
na hora do tempo.
Nessa hora do tempo,
desperto deslumbrado,
e acordo acordado,
percebo o rio e o mar,
o sentido claro das águas,
a ironia drástica da realidade,
o colchão de penas
em que durmo,
penas de saudade,
penas de verdade,
e vejo-te,
a ti.
tu,
e o tempo,
no firmamento.
Bj.
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VEJO-TE A TI NO FIRMAMENTO
SÚPLICA
SÚPLICA, DE MIGUEL TORGA
Agora que o silêncio
é um mar sem ondas,
E que nele posso navegar sem rumo,
Não respondas Às urgentes perguntas
Que te fiz.
Deixa-me ser feliz
Assim,
Só soubemos sofrer, enquanto
O nosso amor
Durou.
Mas o tempo passou,
Há calmaria...
Não perturbes a paz que me foi dada.
Ouvir de novo a tua voz seria
Matar a sede com água salgada.
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Deixa-me ser feliz
domingo, 13 de fevereiro de 2011
O PIANO
Ela segue em meio a floresta lamacenta, sem uma parte de si, desolada, apenas com sua pequena filha como companhia confiável, enquanto os nativos brincam com seus pertences e roupas e ela não pode falar, literalmente, nada.
Ao chegar na casa encontra seu marido, como se fosse um conhecido insignificante, e reinvindica que o piano precisa ser trazido, ele também não dá importância. Ada, que já é uma mulher triste fica ainda mais depressiva.
Após algum tempo descobre que seu marido vendeu o piano para um vizinho, sai desesperadamente floresta a dentro até a casa do suposto dono de seu instrumento e ali começa uma diferente relação entre os dois.
Um romance proibido, uma filha sem infância, uma rotina deprimente e um marido possesivo, derivados de um piano que fala, hipnotiza, e emana sentimentos e sensações diversas. O desejo mediado pela música e pelo silêncio.
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UM FILME BELO EM TODOS OS SENTIDOS
ATÉ LOGO, MEU AMOR de José Sottomayor
![]() |
| José Sottomayor |
As minhas mãos,ainda estão nas tuas
Nas tuas carícias,
penso,
e adormeço
julgando-te perto,
comigo.
Lembro-me,
saudade muita,
das nossas caminhadas,
Lembro-me
muita saudade
do amor que me davas.
As minhas mãos,
ainda estão nas tuas
em cada madrugada
Até logo, meu amor.
As minhas mãos,
ainda estão nas tuas
em cada madrugada
Até logo, meu amor.
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Quando assim se gosta...O Céu pode esperar.
AMO-TE de Vicente Ferreira da Silva
Amo-te!
Em todos os momentos.
Amo-te!
Mesmo nos momentos que não são momentos.
Nem pausas, porque até nas pausas te amo.
Amo-te!
Porque contigo todos os momentos,
e os não momentos, são novos e distintos.
Amo-te!
Por razões que desconheço.
Amo-te!
Porque em ti me reconheço.
Em todos os momentos.
Amo-te!
Mesmo nos momentos que não são momentos.
Nem pausas, porque até nas pausas te amo.
Amo-te!
Porque contigo todos os momentos,
e os não momentos, são novos e distintos.
Amo-te!
Por razões que desconheço.
Amo-te!
Porque em ti me reconheço.
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