Criei este blogger para que seja um arquivo das minhas memórias, ideias, em momentos especiais.Vivências com o meu filho, os meus netos, a minha mãe...etc. Também gosto de publicar poemas,citações,fotos,vídeos, que me sensibilizam e admiro. Aqui, só cabe as pessoas que mais eu amo e me dão felicidade.Por isso, este AMOR ÚNICO...
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
ESTAR SÓ
Dans
ce petit café,
je cherche
les uns et les autres....
et les pierres du chemin.
Estar só,
é normal,
só de alguém,
só de mim,
mas,
naquele envolver de dias,
as imagens vivas
eram demasiado ricas
da realidade
do espanto
de as ter.
Nem percebi se existias,
se a felicidade que sentia
era um último desejo de mim...
um beijinho do moi...
Estava a ver melhor,
as lentes gastas não me impediam,
as praças vazias e perdidas
regurgitavam
cheias e garbosas,
não perdi um pormenor
das rugas,
dos ruídos,
das pedras,
dos vultos,
deslizando...
Não sei se te conheço,
mas sei que me reconheci.
Não sei se te beijei,
mas guardei o teu sabor.
O mundo é gigante,
mas,
é único,
quando somos,
e nos sentimos,
JOSÉ SOTTOMAYOR
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É ÚNICO,
MAS,
O MUNDO É GIGANTE
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
"A VIOLAÇÃO"
Óscar Amorim apresenta livro no Furadouro
Óscar Amorim apresenta esta sexta-feira no bar “Paralelo 38”, na praia do Furadouro, o seu romance “A Violação”.
O evento – em forma de tertúlia e com início às 22:30 – conta com a participação de vários convidados que farão a leitura de partes do livro e do músico Rui Amorim.
“O capítulo final do meu livro decorre na praia do Furadouro e sempre tive a ideia de trazer o livro às suas origens pelo que foi com muito agrado que contei com o empenho do João Osório para que isso se concretizasse”, explica o autor.
A profunda ligação entre Oliveira de Azeméis e o Furadouro, destino de férias de muita da população do concelho, também pesou na decisão de “dar um cenário real à ficção que assume a sua plenitude na recriação da narrativa, onde o padre Manuel e a sua apaixonada Teresa vivem o momento mais dramático da sua relação”.
Óscar Amorim nasceu em Oliveira de Azeméis e concluiu os seus estudos superiores no Porto.
O romance “A Violação” foi lançado o ano passado e encontra-se praticamente esgotado. Em Novembro deste ano está prevista a apresentação da sua segunda obra literária.
domingo, 13 de maio de 2012
domingo, 6 de maio de 2012
A MÃE DOS OLHOS TRISTES
![]() |
| A minha mãe |
A Mãe dos olhos tristes
Tinha falecido o nosso pai. Vestiu-se de negro e nunca, nunca mais sorriu. Nunca mais...interrompeu a sua vida terrena pela dor da paixão.Serena e linda, entre tantas lágrimas nossas a olhar para ti e tu calada numa tranquilidade sem fim... Como queria ver-te e dizer-te que foste uma heroína, uma mulher de corpo inteiro, uma mãe maravilhosa, uma esposa tão dedicada, uma avó tão carinhosa...
Sinto-me tão bem e tão rica por ter nascido de ti. Como gostava de ser como tu, mãe. Queria ter-te dado mais, porque tu merecias tudo. Diz ao pai que também sentimos muito a sua falta. Como o vosso amor foi grande, tão grande que uma vida inteira não chegou e nós continuaremos a amar-vos. Ajuda-me mãe a viver sem ti. Não sei se vou aguentar...Preciso de ti, Mãe.
Sinto-me tão bem e tão rica por ter nascido de ti. Como gostava de ser como tu, mãe. Queria ter-te dado mais, porque tu merecias tudo. Diz ao pai que também sentimos muito a sua falta. Como o vosso amor foi grande, tão grande que uma vida inteira não chegou e nós continuaremos a amar-vos. Ajuda-me mãe a viver sem ti. Não sei se vou aguentar...Preciso de ti, Mãe.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
"Rui Santos entrevista Helena Sacadura Cabral" - HERMAN 2011
Herman José
Não me levem a mal, que recorde um grande Homem com a última grande gargalhada que com ele dei ! Vamos todos sentir a tua falta querido Miguel !
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No falecimento do Miguel Portas
terça-feira, 17 de abril de 2012
HOUVE UMA ILHA EM TI
Dia 242.
Houve uma ilha em ti que eu conquistei.
Uma ilha num mar de solidão.
Tinha um nome a ilha onde morei.
Chamava-se essa ilha Coração.
Que saudades do tempo que passei.
Nenhum desses momentos foi em vão.
Do teu corpo, de ti, já nada sei.
Também não sei da ilha, não sei, não.
Só sei de mim, coberto de raízes.
Enterrei os momentos mais felizes.
Vivo agora na sombra a recordar.
A ilha que eu amei já não existe.
Agora amo o céu quando estou triste
por não saber do coração do mar
.
JOAQUIM PESSOA, in ANO COMUM (Litexa, 2011)
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A ILHA QUE EU AMEI JÁ NÃO EXISTE
domingo, 15 de abril de 2012
BEIJO
Joaquim Pessoa
Dia 353.
Um beijo é uma boa ideia.
Dá-me,
então, um beijo.
Não me faz falta
mais nada
in ANO COMUM, Litexa.
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NÃO PRECISO DE MAIS NADA
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